Isso é um assunto um tanto quanto delicado de se iniciar atualmente.
Basta citar essa frase em público e surgirão olhares "tortos" de todos os cantos (Isso quando não houver alguém para se pronunciar e te chamar de um monte de "ista" transformando-te em um monstro). Porém, embora delicado e justamente por ser delicado, inicio o blog "Nunca Te Contaram" com o tema: "Livre mercado, a solução para o brasil".
Brasil: País das maravilhas naturais: Floresta amazônica, Pantanal, flora e fauna exuberante, o tão conhecido nacional e internacionalmente Rio de Janeiro com seu Cristo Redentor abraçando toda uma cidade. Bom demais pra ser verdade não é? Sim! Bom de mais para ser verdade! Brasil: País com a pior taxa de retorno de impostos do mundo. 39º colocado em avaliação entre a qualidade educacional de 40 países. Uma das maiores taxas de homicídio do mundo que por sinal aumenta a cada ano. Enfim, não vou citar todos os problemas, pois pretendo fazer uma postagem com um número finito de linhas.
Mas a pergunta que fica: Porque temos tantos problemas assim? Porque esses problemas não se resolvem? . Mas quando você perguntar "Porque o estado não faz nada para resolver esses problemas?" eu direi: Bingo! Você chegou no primeiro motor de todos esses problemas! Grande parte das pessoas, principalmente os "revolucionários", quando percebem que existe um problema social ou econômico dizem: "Ah, o estado tem que fazer alguma coisa". E como a maior parte dos representantes do estado brasileiro também são leigos, é exatamente isso que fazem, vão lá e "resolvem" o problema. Pronto! Problema resolvido! Porém, de repente surge um outro problema que por sinal, surgiu da solução do problema anterior. Então o estado prontamente age e "resolve" o problema atual. Porém... outro problema surge como resultado da solução do problema que visava resolver o problema gerado pela resolução do primeiro problema. Ou seja, esse ciclo se perpetuará eternamente e o resultado que buscavam alcançar, jamais será alcançado.
Vou dar um exemplo, que inclusive será bem semelhante ao que está no livro 6 lições do economista Misses (Sr. Óbvio):
Suponha que uma empresa que fabrica processadores, esteja com escassez de processadores para venda. Logicamente, os processadores vão passar a valer mais, pois já que existem poucos processadores no mundo, eles se tornaram um item valioso. A empresa que produz celulares precisa desses processadores. Ela vai pagar mais caro que o normal por esses processadores, logo, o preço do produto final será bem maior. O que fará com que um grupo maior de pessoas não tenham condições de comprar esse aparelho, então terão de comprar um mais barato.
Porém, os "revolucionários", os inteligentes homens públicos decidem agir e colocar um teto no valor desses celulares. Maravilhoso, agora todos podem comprar esse aparelho. Só que não!
Eles não conseguem vender o aparelho naquele valor e logo param de vende-lo. Mas o estado não entendendo o que aconteceu, então ele os pergunta porque pararam de produzir esses modelo de celular. A empresa dirá que o valor dos processadores é alto demais e que não consegue pagar por eles com o aparelho valendo o valor estipulado. O tão misericordioso estado, vendo a situação da empresa, decide então estipular um teto para o valor dos processadores. ÓTIMO! Tudo resolvido! De novo eu digo, só que não! Agora a empresa que produz os celulares não está conseguindo mais produzi-los, pois não existem mais processadores a venda. E portanto, novamente o estado cheio de sabedoria vai até a empresa que fabrica os processadores pergunta-los porque não vendem mais os processadores para a empresa de celulares. Eles alegarão que com o valor estipulado, não conseguem comprar o silício suficiente para produção dos processadores. Ou seja, esse ciclo se perpetuará e o problema será carregado até chegarem a conclusão de que o mineral silício está acabando. Momento quando não poderão mais fazer intervenção alguma. E enquanto isso, todos acabaram ficando sem poder comprar seus celulares.
O que quis mostrar com o exemplo acima? Simples, não cabe ao estado resolver problemas, ou melhor, não cabe ao estado resolver a maioria dos problemas, pois esses problemas serão resolvidos pela própria sociedade. Ou seja, com o livre mercado. Mas o que é o livre mercado? É a liberdade de fazer "o que quiser" com seu dinheiro. Ou melhor, em termos mais cultos, é um sistema de livre inciativa quando os agentes econômicos agem de forma livre sem a intervenção do estado (by Wikipedia rs). Alguns, após a leitura da oração anterior devem estar saltando de suas cadeiras e se perguntando: "Sem a intervenção do estado? Como assim? Esse cara está ficando louco?". E eu lhe digo que não, não estou ficando louco. Você ouviu bem: "sem intervenção do estado". Mas porque as coisas funcionariam sem a intervenção do estado? Veja bem, utilizarei o exemplo anterior retirando dele a intervenção do estado e lhe mostrarei um possível desfecho para a mesma história:
Baseando-se no exemplo anterior, sabe-se que a causa dos preços terem se elevado foi da escassez de silício. Diante dessa situação, várias empresas estão tendo prejuízo, pois não conseguem vender a quantidade de produto que vendiam antes por mais que o pouco que vendem agora esteja a um preço mais alto. Por algum tempo, essa situação se manterá e somente uma pequena parcela da sociedade poderá fazer a aquisição daquele produto, porém, alguém ou alguma empresa percebeu que caso ela descubra um outro material que substitua o silício, poderá ganhar mutos dinheiro com isso. O tempo se passa e eis que descobrem o grafeno (não estou fazendo apologia a candidato algum!). Material com propriedades ainda mais otimizadas que a do silício. Resultado: As empresas passam a utilizar o grafeno, o preço do produto se normaliza com o tempo e o produto agora possui ainda mais qualidade do que o produto anterior.
Observando o exemplo dado, percebe-se que por mais que o valor elevado do produto tenha mantido por um determinado tempo, ele foi resolvido de forma eficaz e ainda trouxe consigo uma revolução tecnológica.
Agora que lhes mostrei a eficiência do mercado em um contexto aleatório. Provarei que o mercado é a solução para quase todos os problemas de nosso país.
Vamos por partes:
Até o momento, dia 02 de maio de 2018 ás 17:02, a educação de nosso país é quase que totalmente estatizada. Antes de me julgarem pelo que vou dizer, volto a trazer a informação citada no inicio dessa postagem: "Brasil: País com a pior taxa de retorno de impostos do mundo". Se a educação é pública e é alimentada com os nosso impostos, com essa informação já consigo lhe provar que o ensino nas escolas públicas brasileiras é, com o perdão da palavra, um grande lixo. Mas enquanto nas escolas privadas, é muito pelo contrário. O valor pago pelos pais a instituição os obriga a devolver um ensino de qualidade aos seus filhos, pois caso contrário, os país retirarão seu filho da escola e a escola perderá dinheiro para a concorrência. Viu? Com menos de 10 linhas lhe provei que o ensino de escolas privadas é bem melhor e mais eficiente, pois é muito mais fácil reivindicar qualidade de empresas que possuem concorrentes, do que empresas estatais que não estão interessadas em em lucrar nem concorrer.
A segunda solução, mais demorada, mas na minha opinião, mais eficaz, se basearia na iniciativa privada. Alguém, disposto a investir seu dinheiro, decidiria fazer a seguinte proposta a um indivíduo em situação semelhante a descrita no parágrafo anterior: "Eu banco tudo pra você enquanto você tiver estudando, mas todo dinheiro que você receber na sua vida após concluir os estudas, uma porcentagem será destinada para mim". Com essa alternativa, uma nova modalidade de negócio estaria surgindo e toda pessoa em situação econômica deficiente seria subsidiada e alavancada na sociedade. Como resultado o problema que iniciou este tópico tenderia a desaparecer.
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Basta citar essa frase em público e surgirão olhares "tortos" de todos os cantos (Isso quando não houver alguém para se pronunciar e te chamar de um monte de "ista" transformando-te em um monstro). Porém, embora delicado e justamente por ser delicado, inicio o blog "Nunca Te Contaram" com o tema: "Livre mercado, a solução para o brasil".
Brasil: País das maravilhas naturais: Floresta amazônica, Pantanal, flora e fauna exuberante, o tão conhecido nacional e internacionalmente Rio de Janeiro com seu Cristo Redentor abraçando toda uma cidade. Bom demais pra ser verdade não é? Sim! Bom de mais para ser verdade! Brasil: País com a pior taxa de retorno de impostos do mundo. 39º colocado em avaliação entre a qualidade educacional de 40 países. Uma das maiores taxas de homicídio do mundo que por sinal aumenta a cada ano. Enfim, não vou citar todos os problemas, pois pretendo fazer uma postagem com um número finito de linhas.
Mas a pergunta que fica: Porque temos tantos problemas assim? Porque esses problemas não se resolvem? . Mas quando você perguntar "Porque o estado não faz nada para resolver esses problemas?" eu direi: Bingo! Você chegou no primeiro motor de todos esses problemas! Grande parte das pessoas, principalmente os "revolucionários", quando percebem que existe um problema social ou econômico dizem: "Ah, o estado tem que fazer alguma coisa". E como a maior parte dos representantes do estado brasileiro também são leigos, é exatamente isso que fazem, vão lá e "resolvem" o problema. Pronto! Problema resolvido! Porém, de repente surge um outro problema que por sinal, surgiu da solução do problema anterior. Então o estado prontamente age e "resolve" o problema atual. Porém... outro problema surge como resultado da solução do problema que visava resolver o problema gerado pela resolução do primeiro problema. Ou seja, esse ciclo se perpetuará eternamente e o resultado que buscavam alcançar, jamais será alcançado.
Vou dar um exemplo, que inclusive será bem semelhante ao que está no livro 6 lições do economista Misses (Sr. Óbvio):
Suponha que uma empresa que fabrica processadores, esteja com escassez de processadores para venda. Logicamente, os processadores vão passar a valer mais, pois já que existem poucos processadores no mundo, eles se tornaram um item valioso. A empresa que produz celulares precisa desses processadores. Ela vai pagar mais caro que o normal por esses processadores, logo, o preço do produto final será bem maior. O que fará com que um grupo maior de pessoas não tenham condições de comprar esse aparelho, então terão de comprar um mais barato.
Porém, os "revolucionários", os inteligentes homens públicos decidem agir e colocar um teto no valor desses celulares. Maravilhoso, agora todos podem comprar esse aparelho. Só que não!
Eles não conseguem vender o aparelho naquele valor e logo param de vende-lo. Mas o estado não entendendo o que aconteceu, então ele os pergunta porque pararam de produzir esses modelo de celular. A empresa dirá que o valor dos processadores é alto demais e que não consegue pagar por eles com o aparelho valendo o valor estipulado. O tão misericordioso estado, vendo a situação da empresa, decide então estipular um teto para o valor dos processadores. ÓTIMO! Tudo resolvido! De novo eu digo, só que não! Agora a empresa que produz os celulares não está conseguindo mais produzi-los, pois não existem mais processadores a venda. E portanto, novamente o estado cheio de sabedoria vai até a empresa que fabrica os processadores pergunta-los porque não vendem mais os processadores para a empresa de celulares. Eles alegarão que com o valor estipulado, não conseguem comprar o silício suficiente para produção dos processadores. Ou seja, esse ciclo se perpetuará e o problema será carregado até chegarem a conclusão de que o mineral silício está acabando. Momento quando não poderão mais fazer intervenção alguma. E enquanto isso, todos acabaram ficando sem poder comprar seus celulares.
Baseando-se no exemplo anterior, sabe-se que a causa dos preços terem se elevado foi da escassez de silício. Diante dessa situação, várias empresas estão tendo prejuízo, pois não conseguem vender a quantidade de produto que vendiam antes por mais que o pouco que vendem agora esteja a um preço mais alto. Por algum tempo, essa situação se manterá e somente uma pequena parcela da sociedade poderá fazer a aquisição daquele produto, porém, alguém ou alguma empresa percebeu que caso ela descubra um outro material que substitua o silício, poderá ganhar mutos dinheiro com isso. O tempo se passa e eis que descobrem o grafeno (não estou fazendo apologia a candidato algum!). Material com propriedades ainda mais otimizadas que a do silício. Resultado: As empresas passam a utilizar o grafeno, o preço do produto se normaliza com o tempo e o produto agora possui ainda mais qualidade do que o produto anterior.
Observando o exemplo dado, percebe-se que por mais que o valor elevado do produto tenha mantido por um determinado tempo, ele foi resolvido de forma eficaz e ainda trouxe consigo uma revolução tecnológica.
Agora que lhes mostrei a eficiência do mercado em um contexto aleatório. Provarei que o mercado é a solução para quase todos os problemas de nosso país.
Vamos por partes:
Educação
Até o momento, dia 02 de maio de 2018 ás 17:02, a educação de nosso país é quase que totalmente estatizada. Antes de me julgarem pelo que vou dizer, volto a trazer a informação citada no inicio dessa postagem: "Brasil: País com a pior taxa de retorno de impostos do mundo". Se a educação é pública e é alimentada com os nosso impostos, com essa informação já consigo lhe provar que o ensino nas escolas públicas brasileiras é, com o perdão da palavra, um grande lixo. Mas enquanto nas escolas privadas, é muito pelo contrário. O valor pago pelos pais a instituição os obriga a devolver um ensino de qualidade aos seus filhos, pois caso contrário, os país retirarão seu filho da escola e a escola perderá dinheiro para a concorrência. Viu? Com menos de 10 linhas lhe provei que o ensino de escolas privadas é bem melhor e mais eficiente, pois é muito mais fácil reivindicar qualidade de empresas que possuem concorrentes, do que empresas estatais que não estão interessadas em em lucrar nem concorrer.
Saúde
Vou começar falando de saúde com uma decisão recente do MEC: Recentemente, em uma atitude talvez desesperada, o MEC suspendeu os cursos de medicina do país alegando haver profissionais demais e qualidade de menos.
Porque será que haviam profissionais demais? Porque havia qualidade de menos? A resposta da primeira pergunta é porque a saúde também é estatal e não paga o salário de médicos de acordo com a lei da oferta e da procura. Se tem profissionais demais em uma área, no caso médicos, a oferta é grande, logo, posso reduzir os salários ofertados. Se tem profissionais de menos, a oferta é pequena, logo, devo aumentar os salários ofertados. Mas já que é estatal o salário será sempre o mesmo independente de haver mais ou menos profissionais. Agora, respondendo a segunda pergunta: Já que existem profissionais demais, e não existe concorrência para adquirir uma vaga de trabalho, não é necessário ser um bom profissional. Somando a péssima qualidade dos médicos e o baixíssimo investimento do estado no setor, você só pode ter como resultado um plano de saúde público de péssima qualidade.
Porém, pagando-se um plano de saúde privado, todo esse cenário muda radicalmente. Os médicos são selecionados de acordo com sua qualidade. O dinheiro pago pelo cliente é obrigatoriamente direcionado ao bem estar do mesmo quando ele necessitar usufruir de seu plano de saúde. Diante disso, não creio que seja preciso dizer mais alguma coisa.
Porque será que haviam profissionais demais? Porque havia qualidade de menos? A resposta da primeira pergunta é porque a saúde também é estatal e não paga o salário de médicos de acordo com a lei da oferta e da procura. Se tem profissionais demais em uma área, no caso médicos, a oferta é grande, logo, posso reduzir os salários ofertados. Se tem profissionais de menos, a oferta é pequena, logo, devo aumentar os salários ofertados. Mas já que é estatal o salário será sempre o mesmo independente de haver mais ou menos profissionais. Agora, respondendo a segunda pergunta: Já que existem profissionais demais, e não existe concorrência para adquirir uma vaga de trabalho, não é necessário ser um bom profissional. Somando a péssima qualidade dos médicos e o baixíssimo investimento do estado no setor, você só pode ter como resultado um plano de saúde público de péssima qualidade.
Porém, pagando-se um plano de saúde privado, todo esse cenário muda radicalmente. Os médicos são selecionados de acordo com sua qualidade. O dinheiro pago pelo cliente é obrigatoriamente direcionado ao bem estar do mesmo quando ele necessitar usufruir de seu plano de saúde. Diante disso, não creio que seja preciso dizer mais alguma coisa.
Saúde e Educação
Embora eu já tenha citado os dois tópicos separadamente, creio que seja necessário cita-los juntos. No subtitulo anterior (Saúde), citei o fato do MEC se ver na necessidade de desligar os cursos de medicina de todo o país devido ao elevado números desses profissionais e a baixíssima qualidade dos mesmo. Caso a Saúde fosse privada e a educação também, assim que o número de profissionais começasse a aumentar, os salários abaixariam, a procura pelo curso nas universidade seria insignificante a ponto das universidades desligarem seus cursos por não preenchimento de vagas. Pronto, o mesmo resultado, porém, sem descontentamento por parte da sociedade e sem a presença do estado.
Segurança
Pensando que vou dizer para privatizar a segurança também? Não senhor! Segurança deve ser gerida pelo estado.Mas calma, calma! Antes de sair da página descontentado com o que acabei de dizer, deixe-me me justificar antes que você faça qualquer coisas. Infelizmente, existe um pequeno problema no mercado, mas um problema muito pequeno mesmo, mas que graças a esse problema, ele torna a necessidade de haver estado uma necessidade real. Não sei se já ouviu falar sobre o termo "empresa deficitária". Em termos chulos, é quando uma empresa fica um longo período de tempo sem arrecadas lucros e quando isso acontece, a empresa normalmente quebra. A segurança é uma empresa deficitária. Imagine-se só: A segurança no Brasil foi toda privatizada. Cada cidadão brasileiro paga uma certa quantia de dinheiro para empresa para que ela aplique os princípios da lei na sociedade. Ela prenderá delinquentes dia após dia até chegar em um ponto que por mais que ainda existam criminosos por ai, será uma quantia tão pequena que os cidadãos se sentirão seguros o suficiente para não pagar mais pela segurança dessa empresa. Poderão acontecer uma de duas coisas com essa empresa: Ou ela quebra, ou mais provável ainda, ela passará a fabricar seus próprios criminosos a fim de perpetuar seus lucros. Outro fator, mas não tão improvável assim de acontecer, é essa empresa decidir obrigar as pessoas a pagarem a ela os valores de seus serviços por mais que não queiram, pois essa instituição é detentora do monopólio da força.
Esse é o principal motivo pelo qual o estado é necessário existir, pois, por mais que a segurança seja deficitária, os valores arrecadados com os impostos vão garantir que a polícia não quebre por mais eficiente que talvez ela seja. Se você for uma pessoas atenta, agora você deve estar se perguntando: Eu também sou obrigado a pagar os impostos, assim como caso a segurança fosse privada ela me obrigaria a pagar por ela. Agora lhe digo: Se você deixar de pagar os impostos você receberá uma punição do estado, porém se você deixasse de pagar o valor que a instituição privada responsável pela segurança te obriga a pagar, é bem provável que aconteceria contigo a mesma coisa que acontece com quem hoje vai para o tribunal do tráfico.
Impostos
Além de nosso país ser o 1º colocado entre os países com o pior retorno dos impostos, o Brasil também é o país com uma das maiores cargas tributárias do planeta. E essa enorme carga tributária, além de não significar retorno algum para a população, também é a causa de falência e sequer abertura de muitas empresas. Isso é péssimo para país, pois além de reduzir o número de postos de trabalho, impede que haja concorrência e consequentemente a monopolização de alguns produtos. Acima de tudo isso, o trabalhador é um dos maiores lesionados, pois o equivalente ao valor do salário do mesmo é destinado para cobrir encargos sociais que sequer servem de grande valia quando é necessário utiliza-los.
Analisando outro cenário onde os impostos são extremamente baixos, percebe-se uma aumento significativo de empresas e de concorrência, logo, um aumento significativo da qualidade dos produtos ofertados a população. Ainda digo mais, o trabalhador passará a receber relativamente mais e também poderá comprar mais, pois os produtos que antes eram caros devido ao valor elevado dos impostos, agora estão baratos devido a menor taxação sobre os produtos.
Analisando outro cenário onde os impostos são extremamente baixos, percebe-se uma aumento significativo de empresas e de concorrência, logo, um aumento significativo da qualidade dos produtos ofertados a população. Ainda digo mais, o trabalhador passará a receber relativamente mais e também poderá comprar mais, pois os produtos que antes eram caros devido ao valor elevado dos impostos, agora estão baratos devido a menor taxação sobre os produtos.
População carente
Esse é o grande argumento de alguns contra o livre mercado: A camada mais carente da população. Embora leve a crer que essas pessoas jamais consigam sair de sua situação econômica deficiente em uma sociedade com livre mercado, eu afirmo que isso é apenas ilusão. Existem duas formas de resolver esse problema: Com uma solução a curto prazo ou com uma solução a longo prazo.
A primeira solução, partiria do estado, pois ele garantiria os recursos básicos para essa pessoa, como saúde e educação enquanto ela realizasse algum curso, profissionalização ou graduação, mas quando ela viesse a se alavancar economicamente e não necessitasse mais desse auxílio, deixaria de recebe-lo.
A primeira solução, partiria do estado, pois ele garantiria os recursos básicos para essa pessoa, como saúde e educação enquanto ela realizasse algum curso, profissionalização ou graduação, mas quando ela viesse a se alavancar economicamente e não necessitasse mais desse auxílio, deixaria de recebe-lo.
A segunda solução, mais demorada, mas na minha opinião, mais eficaz, se basearia na iniciativa privada. Alguém, disposto a investir seu dinheiro, decidiria fazer a seguinte proposta a um indivíduo em situação semelhante a descrita no parágrafo anterior: "Eu banco tudo pra você enquanto você tiver estudando, mas todo dinheiro que você receber na sua vida após concluir os estudas, uma porcentagem será destinada para mim". Com essa alternativa, uma nova modalidade de negócio estaria surgindo e toda pessoa em situação econômica deficiente seria subsidiada e alavancada na sociedade. Como resultado o problema que iniciou este tópico tenderia a desaparecer.
Essa foi a primeira postagem de muitas, pessoal. Deixe seu comentário e divulgue nossa página do facebook com seus amigos:
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